segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Texto de Estudo 2 Timóteo 4:5: 5 Mas tu, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério. INTRODUÇÃO Na continuidade do estudo dos dons ministeriais, estudaremos hoje o ministério de evangelista, que é o terceiro a ser indicado pelo apóstolo Paulo na relação de Efésios 4:11. Temos de Jesus a ordem para proclamar o Evangelho do Reino a todas as nações (Grande Comissão). E, em sua multiforme sabedoria, Deus dispõe para a Igreja o poder necessário para proclamar o Evangelho de Cristo com ousadia e intrepidez. Por isto, nesta lição, analisaremos a missão do evangelista, um dom ministerial ao lado de outros da maior importância, como o de pastor, apóstolo, profeta ou doutor. O ministério de evangelista é dado por Deus à sua Igreja como um dom muito valioso. Por isso, o estudaremos procurando vislumbrar como o Senhor Jesus o considerou, e como esse dom ministerial por Deus concedido é tratado em o Novo Testamento, bem como sua destacada operação nas igrejas de Corinto e Éfeso. CONCEITO DE EVANGELISTA O termo “evangelista” (gr. euaggelistēs), literalmente “mensageiro do bem”, deriva do verbo grego euangelizo (evangelizar) e significa transmitir as boas-novas. Como dom, refere-se àquele que é chamado para anunciar o Evangelho. É concedido por Deus mediante uma capacitação ministerial objetivando propagar o Evangelho de Cristo para toda a humanidade (Efésios 4:11). O evangelista é aquele que demonstra paixão pela salvação dos perdidos. Ele esmera-se por buscar da parte de Deus mensagens inspiradas para tocar os corações e quebrantar a alma dos pecadores. Dois exemplos bíblicos – Filipe e Timóteo – ilustram o trabalho de evangelista. Lemos a respeito de Filipe que “os evangelizava a respeito do reino de Deus e do nome de Jesus Cristo” (Atos dos Apóstolos 8:12). Paulo disse acerca de Timóteo que ele era “irmão e ministro de Deus no evangelho de Cristo” (1 Tessalonicenses 3:2). Evangelistas são homens ou mulheres escolhidos e capacitados por Deus para divulgarem as Boas Novas (Evangelho) da salvação por meio de Jesus Cristo. Evangelista, portanto, é a pessoa que proclama o Evangelho aos que não o aceitaram ainda, com o fim de levar as boas novas a eles. O evangelista é um porta-voz de Deus. Ele ou ela fala aos outros sobre Jesus Cristo, o Filho de Deus, o Salvador. O evangelista, em outras palavras, anuncia a Cristo. Não há nenhuma mensagem mais importante para se pregar, pois o Evangelho é “o poder de Deus para a salvação” (Romanos 1:16). A Bíblia fala muito pouco sobre esse dom ministerial. A palavra “evangelista”, que é muito rara na literatura não cristã, embora fosse bastante comum nos escritos cristãos primitivos, é encontrada tão somente três vezes no Novo Testamento, e nenhuma delas realmente define com detalhes o que um evangelista é (Atos dos Apóstolos 21:8; Efésios 4:11; 2 Timóteo 4:5). Nem por isso o ministério de evangelista pode ser considerado de somenos importância, no contexto dos dons ministeriais, que devem contribuir para o crescimento e para a edificação da Igreja do Senhor Jesus Cristo. E isto porque os evangelistas estão relacionados junto com os apóstolos, profetas, pastores e doutores, como aqueles que são chamados para compartilhar a construção da Igreja (Efésios 4:11-16). Com alguma frequência, alguns afirmam que o ministério de evangelista é um cargo com função hierárquica inferior à de pastor e superior à de presbítero. Porém, à luz da boa hermenêutica dos textos bíblicos, podemos constatar que isso não é verdade. O evangelista consta da lista dos dons ministeriais, que são dons de Deus, concedidos por Cristo aos salvos, após sua retumbante vitória sobre a morte (Efésios 4:8-11). Nenhum dom ministerial é superior ou inferior a outro no Reino de Deus (Romanos 12:5). Os cinco dons ministeriais mencionados por Paulo envolvem as ações e funções dos que são chamados, e não os seus títulos. Eles são chamados para liderarem e treinarem outros seguidores de Cristo. O PAPEL DO EVANGELISTA O termo “evangelista” significa uma pessoa enviada com uma mensagem. As Escrituras revelam que todos os salvos em Jesus Cristo são chamados para compartilharem as Boas Novas com os outros (Mateus 28:18-20; Atos dos Apóstolos 1:8). Até mesmo os que são chamados e dotados como pastores para servirem uma igreja local são exortados a evangelizarem em todas as oportunidades (2 Timóteo 4:5). Contudo, há os que são especificamente chamados e designados por Deus para o dom e para a função de “evangelista” (Efésios 4:11). Infelizmente, o papel do evangelista tem sido entendido de maneira bastante restrita na maioria das igrejas evangélicas. Às vezes os evangelistas não são estimados pelos pastores ou pelas igrejas. No entanto, o dom de evangelista é um dos cinco dons dados por Jesus à sua Igreja com uma tarefa específica a fazer (Efésios 4:11). Quando Paulo escreve ao jovem Timóteo, demonstra que, além de ser um arauto da pregação do evangelho, tem o dever, também, de ampliar sua visão e ministério (2 Timóteo 4:5). O evangelista é, por excelência, o pregador das boas-novas de salvação. Por meio da sua mensagem, vidas são alcançadas e conduzidas à presença de Deus. Um evangelista cheio da unção de Deus poderá tocar os corações com a mensagem do Evangelho de modo tão convincente que levará as pessoas a crer e acatar as boas-novas da salvação e receber ao Salvador Jesus. Todo cristão verdadeiro é uma testemunha de Jesus Cristo, sem importar se possui ou não o dom de evangelismo. Todo cristão precisa estar preparado para compartilhar de sua fé com os incrédulos, conduzindo-os aos pés de Cristo sempre que se apresente uma oportunidade. Esse é o papel de todos os cristãos verdadeiros que correspondem a esse dom. Mas apesar disso, nem todos os fiéis receberam o dom de evangelista. Quem tem esse dom tem a habilidade sobrenatural dada por Deus para conduzir pessoas não crentes a Cristo. Quando Paulo e seus companheiros de viagem chegaram a Cesaréia, encontraram hospedagem na casa de Filipe, a quem Lucas se refere como “o evangelista” (Atos dos Apóstolos 21:8). Embora Filipe fosse um dos sete eleitos pela Igreja, para a tarefa de “servir às mesas” (Atos dos Apóstolos 6:5), ele foi especialmente notado por sua atividade evangelizadora. De Jerusalém, ele foi até Samaria e pregou com grande sucesso (Atos dos Apóstolos 8:4-25). Dali foi enviado para evangelizar um oficial da corte etíope, que estava viajando para casa depois de visitar Jerusalém (Atos dos Apóstolos 8:26-39). Então pregou o Evangelho desde Azoto até Cesaréia, onde tinha sua casa (Atos dos Apóstolos 8:40). O papel do evangelista também envolve a demonstração do poder de Deus na mensagem. O evangelista Filipe foi a Samaria e fez um trabalho digno de ter seu registro no Novo Testamento (Atos dos Apóstolos 8:5-8). Evangelista é, portanto, um dom de Deus, concedido por meio da capacitação espiritual e ministerial para a propagação do evangelho de Cristo a todas as pessoas que estiverem ao alcance da mensagem do obreiro que tem o chamado para cuidar da evangelização, como prioridade em sua missão. Enquanto o pastor tem a missão de cuidar do rebanho, ensinar e discipular, o evangelista dedica-se em anunciar o evangelho com mensagens inspiradas que toquem o coração dos pecadores. A FINALIDADE DO MINISTÉRIO DO EVANGELISTA Há homens e mulheres que se colocam à disposição da obra do Senhor e que têm uma vocação prioritária para a pregação do evangelho, para a proclamação das boas-novas da salvação. Entretanto, são pouquíssimas as igrejas locais que sustentam evangelistas ou, o que é pior, são numerosas as igrejas que, comprometendo-se a sustentar evangelistas e missionários, depois de algum tempo deixam de fazê-lo, criando inúmeras situações aflitivas para estes que foram escolhidos pelo Senhor para dirigir e impulsionar seu ganho de almas. Os relatos dos departamentos de missões de várias igrejas comprovam esta triste e lamentável realidade. Muitas vezes, o evangelista torna-se um plantador de igrejas, mas isso não faz dele um pastor, nem quer dizer que ele tenha o dom ministerial de pastor. Dificilmente um pastor será um evangelista. Tem-se, ainda, uma cultura, em muitas igrejas locais, de que alguém, para ser sustentado pela igreja, tem de ser um “pastor”, ou seja, tem de dirigir uma igreja, cuidar de um “rebanho”, cultura esta que não tem qualquer respaldo bíblico, já que nem todos são pastores no corpo de Cristo (1 Coríntios 12:29). Deste modo, acabam por entregar as igrejas para pessoas que são nitidamente evangelistas, apenas para justificar o seu sustento, causando grande prejuízo à obra do Senhor, já que tais pessoas não têm qualquer dom para apascentar o rebanho de Deus, uma vez que elas foram chamadas para serem evangelistas, o que têm causado enormes transtornos. Via de regra, isso finda por acabar com o ministério do evangelista. Pode-se até ganhar um pastor, mas também pode ocorrer de não se ter mais nem um evangelista nem um pastor. Infelizmente, há também aqueles que se intitulam evangelistas itinerantes, mas que se especializaram em pregar apenas para crentes dentro das igrejas em congressos. Nos dias atuais parece haver muitos avivalistas e poucos evangelistas. Existem igrejas superlotadas de pregadores, mas vazias de ganhadores de almas. E, além disso, a verdadeira função do evangelista é a de ser visto mais fora da Igreja local do que dentro de suas paredes. Isto é, ele não deve ser somente visto numa função local; mas sempre avançar na direção das almas perdidas sem Cristo, fundando novas igrejas e comunidades. Da mesma forma que o ministério do pastor e do mestre, o evangelista coopera no propósito de preparar os santos para uma vida de serviço cristão, bem como na edificação do Corpo de Cristo (Efésios 2:20-22). Um evangelista é alguém especialmente eficaz na apresentação da mensagem do evangelho aos perdidos, podendo também, em caráter secundário, contribuir na instrução dos fiéis na fé, motivando-os a seguirem seus exemplos e assim formando novos discípulos em seu dom. Sua finalidade é ministrar aos crentes e descrentes da mesma forma, em várias localizações. Ele não é alguém que anuncia uma nova verdade, isto é, uma nova doutrina. Mas alguém que anuncia a verdade. Por isso, espera-se desse ministério que o seu fundamento seja o Senhor Jesus Cristo. Não pode haver outro fundamento, senão Cristo (1 Coríntios 3:11). Em parte podemos dizer que uma faceta do evangelista do Novo Testamento é semelhante à dos atuais missionários. Ele traz as boas novas a uma comunidade não evangelizada, forma discípulos, estabelece uma igreja e parte. O que não significa que este seja o perfil de todos os evangelistas, já que existem aqueles que não são itinerantes. São aqueles que anunciam o evangelho aos perdidos, trazendo-os para se reunirem em suas igrejas locais. Podemos, no entanto, afirmar que o papel de um evangelista não se resume somente em levar a Palavra de Deus até alguém, mas em confirmar esta palavra em seu coração, esperando que a mesma confirme a existência de vida. Para ser mais claro, podemos comparar seu papel com o de um semeador, que lança no solo sua semente. Ocorre que não basta ao semeador lançar a semente no solo, ele presta os primeiros cuidados necessários no campo, até que a semente esteja alojada e desponte as primeiras mudas. Um evangelista não apenas lança a palavra, mas presta os primeiros cuidados à vida do recém-nascido espiritual, para confirmá-lo na fé; ponto a partir do qual libera o mesmo ao cuidado do pastor. O evangelista deve ser, sobretudo, sensível à voz do Espírito Santo. A exemplo de Filipe, o evangelista deve ser obediente ao Senhor, seja para pregar a multidões, seja para falar a uma única pessoa (Atos dos Apóstolos 8:6-26-40). Outro aspecto importante desse ministério é a habilidade que o evangelista deve ter na transmissão das boas-novas. O arauto de Deus precisa ser capaz de responder à seguinte pergunta dirigida ao pecador: “Entendes o que lês?” (Atos dos Apóstolos 8:30). CONCLUSÃO O ministério de evangelista foi concedido por Deus a algumas pessoas, conforme o propósito do Espírito Santo, para que, com graça e paixão, os pecadores fossem tocados pela mensagem do Evangelho. Este dom ministerial também é concedido para o fortalecimento e a edificação das igrejas locais. Todos devem estar prontos para contribuir com a evangelização, mas nem todos estão aptos a fazê-lo. Com isto, queremos dizer que o evangelista tem, de forma especial, uma capacitação divina para realizar seu ministério que os demais crentes não receberam. Querer que todos sejam evangelistas é o mesmo que querer que todos sejam um só membro (1 Coríntios 12:18-19). Isto, porém, não significa desobrigar os crentes individualmente da responsabilidade de anunciar o evangelho. Todo seguidor de Cristo tem em sua caminhada cristã o firme compromisso de propagar a mensagem do Evangelho. A grande tarefa da Igreja no mundo é pregar o Evangelho de Jesus de Nazaré. E deste compromisso não pode se apartar um único milímetro. Que Deus levante mais evangelistas para a sua grande seara!
http://pib7joinville.com.br/component/acymailing/archive/view/listid-3-entendendo-e-vivendo/mailid-993-entendendo-e-vivendo.html
João 10 -Introdução: Vivemos um tempo de crise de identidade espiritual. A relativização dos conceitos tem confundido as coisas na sociedade. Muitas pessoas não conseguem definir seu papel ou até mesmo sua própria personalidade. Por isso existe tanta confusão nas igrejas fazendo que as pessoas não compreendam seu papel no corpo de Cristo. Jesus contou esta parábola do Bom Pastor, falando de si mesmo e de seu rebanho para orientar os padrões tanto do pastor como da ovelha nas igrejas. Você é pastor ou ovelha? Vejamos através das palavras de Jesus qual é o papel do pastor e o da ovelha: 1- Papel do Pastor: Jesus é o modelo de pastor que devemos seguir. Embora existam coisas que somente Jesus pode ter feito, como morrer por nós, tudo o que fez é o exemplo que nos orienta para o cuidado de vidas. O termo pastor significa aquele que cuida de um rebanho. Na idade média os líderes espirituais eram chamados ‘cura d’alma’ ou apelidados de ‘cura’ pelo papel que exerciam ao cuidar de vidas. As atribuições de um pastor, segundo as palavras de Jesus são: 1) Entra pela porta (v.2): O pastor também é ovelha e deve prestar contas a seu líder. Entrar pela porta significa que para se tornar pastor, passou pelo processo legal oferecido pela igreja, seja este uma eleição, curso teológico, nomeação e principalmente ser consagrado por um superior a ele. Para crescer no ministério não é preciso pular a janela fazendo uma divisão ou sendo rebelde contra seu líder. Procure bater na porta e entrar de maneira digna sem passar por cima de ninguém. 2) Conhecer as ovelhas pelo nome (v.3 e 14): Para ser pastor é preciso conhecer as ovelhas. Um líder que não sabe o nome de seus companheiros, nunca foi em sua casa e não participa de sua vida, pode ser um gerente e não um pastor. A relação do pastor com a ovelha é como se fosse parte da família. Muitas vezes o pastor fica tão cheio de tarefas administrativas que não consegue ter tempo para estar junto com suas ovelhas. 3) Conduzir as ovelhas (v.3c): Como líder espiritual, o pastor é um condutor para suas ovelhas. A imagem aqui é do pastor atrás do rebanho tocando-os para fora do curral. Este é o momento em que o pastor aponta a direção para o povo. Infelizmente existem muitos modelos de igrejas onde uma liderança é que conduz a igreja e o pastor também e conduzido pelas decisões deste grupo. Quem tem autoridade espiritual sobre a igreja para conduzir suas decisões é o pastor. Como homem de Deus, o pastor recebe do Senhor as orientações para o seu povo. 4) Ir adiante das ovelhas (v.4): Em outro momento o pastor passa adiante das ovelhas para que elas possam vê-lo e seguir na direção certa por onde for. Como líder, o pastor é o exemplo a ser seguido na igreja. Se o pastor é um homem de oração, a igreja ora; se a igreja vê o pastor cuidando de vidas, o povo também cuida. A igreja é o espelho de seu pastor e segue seu exemplo. O que o pastor faz vale mais do que suas palavras no púlpito. 5) Dedicar sua vida pelas ovelhas (v.11): A vida de um pastor é dedicada a suas ovelhas. Somente Jesus deu sua vida para nossa salvação e ninguém mais pode fazer isso, mas este é um exemplo de entrega que deve ser seguido pelos líderes espirituais. Por isso Jeremias alerta os pastores que apascentam a si mesmos (Jeremias 23.1-4). Quando se entrega ao ministério, o pastor deixa tudo em prol de ganhar vidas para Deus. 6) Nunca abandonar suas ovelhas (v.12,13): Jesus deixa bem claro a diferença entre um mercenário e um pastor. O mercenário visa seu interesse e quando não consegue o que quer ou quando enfrenta algum risco, então foge abandonando o rebanho. Já o verdadeiro pastor, cuida mais ainda de seu rebanho quando percebe as situações perigosas, chegando a arriscar-se pelas suas ovelhas. É nos momentos mais difíceis da vida das pessoas que o pastor se mostra presente e ganha realmente o respeito do povo. 7) Não fazer distinção de pessoas (v.16): O pastor deve atender toda a comunidade além das que estão na igreja, que são “outras ovelhas, não deste aprisco” e trabalhar pela unidade do povo para que sejam “um rebanho e um pastor”. Para isso o pastor não pode fazer distinção de pessoas dentro ou fora da igreja. Para o pastor, todos são ovelhas ou almas a serem ganhas para o Senhor. Se o pastor se limitar a atender apenas um grupo, perde a oportunidade de conquistar muitas vidas. Quando o pastor exerce seu ministério seguindo o exemplo de Jesus, mesmo que seja muito difícil, tudo o que fizer é aprovado por Deus. Então Jesus se torna o real e supremo “pastor e bispo de vossas almas” (I Pedro 2.25). Seja um pastor de acordo com o exemplo de Jesus! 2 – Papel da Ovelha: Quem conhece ovelhas, sabe que é um animal dócil e manso. Além disso, a ovelha se apega ao ser humano confiando nos direcionamentos que dá. Ovelhas são animais que precisam de orientação, pois não sabem se cuidar sozinhas. Também são frágeis diante de predadores e não conseguem se defender, por isso não podem viver sem o cuidado de um pastor. As atribuições das velhas, de acordo com as palavras de Jesus são: 1) Ouvir a voz do pastor (v.3): A ovelha ouve a voz do seu pastor. Ouvir é mais do que apenas escutar. Ouvir significa compreender. A ovelha vai à igreja para aprender algo e o pastor é o canal de Deus para transmitir esta mensagem. Por isso, a ovelha deve aceitar a voz de seu pastor como veículo Divino para entrega de sua Palavra. Quando o pastor fala a ovelha deve ouvir atentamente. 2) Seguir a orientação do pastor (v.4): As ovelhas devem seguir a orientação do pastor. Existem pessoas que querem mandar no pastor e dizer o que deve fazer. Todos podem dialogar e sugerir ao pastor, ideias do que pode ser feito, mas a orientação do pastor deve ser obedecida. Muitas pessoas só querem ouvir coisas boas do pastor e quando são exortadas, não aceitam. Mas o pastor tem autoridade para corrigir o rebanho com a “vara e o cajado” e isso deve ser considerado como consolo pela ovelha (Salmo 23.4). 3) Reconhecer a voz do pastor (v.4): Dentre todos os ruídos e mugidos do rebanho, a ovelha consegue reconhecer a voz do pastor. A diversidade de igrejas é tão grande que fica difícil estabelecer um padrão. Cada igreja e cada pastor, pensa e fala de uma maneira diferente. Então a ovelha precisa saber discernir a voz de seu pastor para não ficar confusa. Quem fica andando de igreja em igreja e escolhe qual pastor vai ouvir, acaba em confusão e se perde pelo caminho. 4) Não seguir ou ouvir estranhos (v.5 e 8): A ovelha não atende a orientação de estranhos. Isso é muito importante porque existem muitos “falsos profetas” (Mateus 7.15). Infelizmente muitas igrejas preferem ouvir pregadores de fora, que muitas vezes são pessoas desconhecidas da comunidade. Estes pregadores veem e ensinam o que querem para as ovelhas e depois vão embora, mas quem fica para lutar com seu rebanho e resolver os conflitos é o pastor. A verdadeira ovelha ouve a voz de seu pastor e não de estranhos. 5) Aceitar o alimento oferecido pelo pastor (v.9): A ovelha procura e acha pastagem oferecida pelo pastor. O Salmo 23 fala que a ovelha não sente falta de nada, sendo levada a pastos verdejantes e águas tranquilas. Assim como cada pastor procura dar o melhor alimento para seu rebanho, a ovelha também deve aceitar o suprimento dado pelo pastor. Quando a ovelha olha o pasto do vizinho e procura comer longe de seu pastor, logo ela se perde. Muitas ovelhas estão feridas, perdidas ou desnutridas porque não aceitam o alimento oferecido pelo pastor. 6) Conhecer o seu único pastor (v.16): Assim como o pastor deve conhecer suas ovelhas, estas também devem conhecer o seu pastor, para que haja “um rebanho e um pastor”. Mesmo que já tenha vários líderes espirituais, a ovelha deve reconhecer como seu único pastor, aquele que está cuidando de sua vida espiritual. Muitas ovelhas estão seguindo pastores da televisão, que embora seja uma bênção. O seu pastor é aquele que te visita, ministra a ceia, aconselha e nas horas difíceis você liga para ele. 7) Acreditar no pastor (v.26): Jesus disse que os fariseus não eram ovelhas porque não acreditavam nele. O que faz uma pessoa ser ovelha é dar crédito ao que o pastor diz. Ovelha desconfiada não acredita no pastor. Existem pessoas que são tão exigentes que não dão crédito ao seu pastor. A ovelha precisa confiar no pastor para confidenciar sua vida pessoal e ele poder cuidar de suas feridas. Saber que tem alguém cuidando de nós é algo que conforta nossos corações. No mundo atual, diante da liberdade e individualismo propostos pela sociedade, tornar-se ovelha é um grande desafio. Desde o compartilhar as questões pessoais até aceitar a correção do líder exige um esforço enorme para quem deseja ser ovelha. Se cada ovelha seguir estas orientações, a vida na igreja se torna muito mais fácil. Seja uma ovelha mansa com o seu pastor! Assuma seu papel de ovelha ou pastor! -CONCLUSÃO: O comércio religioso tem feito de muitos pastores, funcionários executivos de igrejas e alguns acabam sendo seduzidos por interesses financeiros. Além disso, o trânsito religioso tem provocado uma mudança constante de igreja entre as pessoas. Todos estão acostumados com a concorrência do comércio e comprar o que quiser, quando e onde quer. Isto está refletindo no comportamento de muitos crentes. A pessoa vai à igreja que mais lhe agrada e se algo lhe aborrecer, logo procura outra. Quem faz isso deixa de ser ovelha por não se submeter ao cuidado de um só pastor. Você sabe qual é o seu papel? Assuma sua identidade espiritual!

quarta-feira, 29 de julho de 2015

A base da mudança de hábitos: a renovação da mente Ef 4.22-24 − No sentido de que, quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe segundo as concupiscências do engano, e vos renoveis no espírito do vosso entendimento, e vos revistais do novo homem, criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade. Rm 6.11 − Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus. 2Co 10.4, 5 − Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas, anulando nós sofismas e toda altivez que se levante contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo. Fp 4.8,9 − Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento. O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso praticai; e o Deus da paz será convosco. Rm 12.1,2 − Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Alguns exemplos bíblicos de velhos e novos hábitos —Orgias, dissoluções, contendas, ciúmes vs. nenhuma concupiscência da carne Rm 13:12-14 − Deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz. Andemos dignamente, como em pleno dia, não em orgias e bebedices, não em impudicícias e dissoluções, não em contendas e ciúmes; mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências. Mentira vs. verdade Ef 4.25 − Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo, porque somos membros uns dos outros. —Roubo vs. trabalho e generosidade Ef 4.28 − Aquele que furtava não furte mais; antes, trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir ao necessitado. —Palavras torpes vs. edificação e graça Ef 4.29 − Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem. —Amargura, cólera, ira, gritaria, malícia vs. benignidade, perdão Ef 4.31,32 − Longe de vós, toda amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda malícia. Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou. —Impureza, cobiça, palavras torpes vs. ações de graça Ef 5.3,4 − Mas a impudicícia e toda sorte de impurezas ou cobiça nem sequer se nomeiem entre vós, como convém a santos; nem conversação torpe, nem palavras vãs ou chocarrices, coisas essas inconvenientes; antes, pelo contrário, ações de graças. Ser cúmplice do erro vs. reprovar o erro Ef 5.11 − E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as. —Andar como néscio vs. andar como sábio Ef 5.15-17 − Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus. Por esta razão, não vos torneis insensatos, mas procurai compreender qual a vontade do Senhor. —Ansiedade vs. oração Fp 4.6 − Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. —Ira, amargura, palavras pecaminosas vs. mansidão, perdão, amor Cl 3.8,12,13,14 − Agora, porém, despojai-vos, igualmente, de tudo isto: ira, indignação, maldade, maledicência, linguagem obscena do vosso falar. Não mintais uns aos outros, uma vez que vos despistes do velho homem com os seus feitos e vos revestistes do novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou; no qual não pode haver grego nem judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, escravo, livre; porém Cristo é tudo em todos. Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade. Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós; acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição. —Impureza, maldade vs. mansidão na prática da Palavra Tg 1.21-22 − Portanto, despojando-vos de toda impureza e acúmulo de maldade, acolhei, com mansidão, a palavra em vós implantada, a qual é poderosa para salvar a vossa alma. Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos. —Maldade, hipocrisia, inveja vs. genuíno crescimento cristão 1Pe 2.1-2 − Despojando-vos, portanto, de toda maldade e dolo, de hipocrisias e invejas e de toda sorte de maledicências, desejai ardentemente, como crianças recém-nascidas, o genuíno leite espiritual, para que, por ele, vos seja dado crescimento para salvação.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

https://www.facebook.com/video.php?v=480649728739767&set=vb.100003842327095&type=2&theater&notif_t=like